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Cidade · MG

Estrela do Sul

Perfil do município de Estrela do Sul (MG) com dados oficiais do IBGE, histórico e locais de hospedagem publicados.

Onde ficar no Minas Gerais estrela-sulense
2
locais publicados
perfis do guia com contato direto
1
meios de hospedagem
Cadastur · Ministério do Turismo
—
diária mediana
amostra mínima de 3 diárias declaradas
15
leitos registrados
9 UHs no Cadastur

Custo de hospedagem

Quanto custa dormir em Estrela do Sul

Nenhuma diária foi declarada nos perfis publicados desta cidade até agora. Assim que as primeiras hospedagens informarem a faixa de preço, o resumo aparece aqui.

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Onde ficar

Onde ficar em Estrela do Sul

Hospedagens publicadas nesta cidade, com contato direto e sem intermediação.

Pousadas · 1

Perfil municipal

Sobre Estrela do Sul

Contexto do município com dados oficiais do IBGE e os registros de hospedagem publicados no guia.

Estrela do Sul é um município do estado de Minas Gerais, na região Sudeste do Brasil. Quem nasce em Estrela do Sul é estrela-sulense. Aqui você encontra o dossiê oficial do município (IBGE), o histórico e a formação administrativa, além dos locais de hospedagem publicados.

Hoje o guia reúne 2 locais de hospedagem em Estrela do Sul, com caminho direto para o contato de cada um.

Dossiê do município

Nome oficial
Estrela do Sul
UF
MG
Estado
Minas Gerais
Região
Sudeste
Código IBGE
3124807
Gentílico
estrela-sulense
Capital
Não
DDD
34
Fuso horário
America/Sao_Paulo
Aniversário
19/09

Fonte: IBGE. Dados estruturados do município.

Contexto histórico e administrativo

Histórico municipal

Estrela do Sul Minas Gerais - MG Histórico Primórdios O início da ocupação da região do Triangulo Mineiro e Alto Paranaíba se deu entre os anos 1722 e 1925, com a abertura pelos bandeirantes da estrada do Anhanguera, ligando São Paulo ao Planalto Central. Foi durante essa incursão que, em 1722, o Bandeirante João Leite da Silva Ortiz, encontrou o primeiro diamante no Rio Bagagem, no local onde se originou a cidade de Estrela do Sul.

As primeiras sesmarias doadas nessa área foram concedidas em 1818, ao Padre Fortunato José de Miranda e a Manoel Dias da Rocha, mas durante a primeira metade do Século XIX, a região não passou de um local de garimpo. As incursões ao interior No início da colonização brasileira, a atual área do Triângulo Mineiro, até então denominada de Sertão da Farinha Podre, foi habitada por índios (a maior parte os Caiapós).

Na maioria, esses índios eram nômades e circulavam pelas redondezas, sem moradia fixa, mudando de tempos em tempos em busca de caça e pesca. Essa vida nômade é compreendida como uma estratégia de defesa, tanto em relação aos animais como às tribos inimigas.

Com maior facilidade, a defesa podia ser encontrada em ambientes de florestas, montanhas e cavernas por serem mais acolhedoras e oferecerem melhores condições de esconderijo do que as encontradas no Cerrado, ecossistema natural da região . Essas características da vida indígena indicam as poucas evidências quanto à transformação do meio ambiente natural, que, nesse momento, é praticamente insignificante ou nula.

Com a chegada de bandeiras e colonizadores fazendeiros, os índios fugiram em busca de áreas livres da presença do homem branco, e o meio ambiente natural foi alterado. Assim, a fuga indígena, também, justifica a entrada dos bandeirantes rumo ao sertão.

Para Holanda (1997), essa entrada pelo sertão ocorreu em função dessa captura. Como uma forma de resolver o problema de subsistência, os bandeirantes embrenharam-se pelos sertões, tornando as entradas uma profissão para adolescentes, tanto para as expedições de apresamento como para o sertanismo em geral.

O Sertão da Farinha Podre, que compreendia todas as terras situadas entre os rios Quebra Anzol, das Velhas, Grande e Paranaíba, pertenceu, num primeiro momento, à capitania de São Paulo , depois, à de Goiás, e, somente em 1816, passou ao domínio de Minas Gerais. Até o início do século XVIII, as terras da região não despertaram interesse para as bandeiras, pois, geograficamente, não ofereciam garantias para encontrar metais e pedras preciosas.

Apenas com a intenção de desbravamento do interior do país, em busca de riquezas existentes em outras localidades, é que nessas terras começaram as passagens das expedições pela região. A primeira bandeira a passar pela Sertão da Farinha Podre foi a de foi Bartolomeu Bueno da Silva — o Anhangüera.

Em 1722, seu filho, Bartolomeu Bueno da Silva Jr. — o Anhangüera II —, cumprindo ordens do governo colonial para encontrar as minas auríferas, partiu de Piratininga com um grupo composto por brancos, índios e escravos, somando 152 pessoas no total, e iniciou o desbravamento da rota que deu origem aos primeiros povoados da atual região do Triângulo Mineiro. Foi no comando desse grupo, que o bandeirante fez um percurso com trilheiros até as margens do Jeticaí — Rio Grande, e passou pela foz do Rio do Carmo até atingir a margem oposta, o Sertão da Farinha Podre.

Posteriormente ao Anhangüera, com a descoberta de pedras preciosas no interior de Goiás e Mato Grosso e, conseqüentemente, com as sucessivas passagens de bandeiras e de pessoas pela região, rumo ao interior do país, provenientes de São Paulo e de cidades litorâneas, à procura de riquezas, iniciou-se a formação de arraiais no Sertão da Farinha Podre. A Estrada Real, denominação da passagem naquele tempo, condicionou a formação de vários e pequenos arraiais como Desemboque, Sacramento, Uberaba e Uberlândia, dentre outros.

Nos dizeres de Soares, esses arraiais constituíram-se 'em um ponto de passagem entre o litoral e o sertão″. Assim, mediante a agropecuária e da mineração, as fazendas tiveram papel fundamental no processo histórico de constituição de aglomerações urbanas no interior do Brasil.

As primeiras fazendas tiveram suas formações a partir do sistema de Sesmarias e, posteriormente, com o apossamento de parentes e pessoas que vieram juntos tomar posse de terras. As proporções das terras apropriadas eram grandes e de difícil acesso e regulação de proprietários.

Em 1795, com base no Alvará de demarcação de terras, tornou-se obrigatória à demarcação destas, com o intuito de resolver problemas entre sesmeeiros e posseiros. O sistema de sesmarias findou-se em 1822, mas, mesmo assim, muitos ainda tomaram posse de suas terras durante e após esse período.

Foi nesse contexto que ocorreu o desenvolvimento de vários municípios do Triângulo Mineiro, iníciado entre e meio ao sistema de sesmarias, à captura do índio, à criação de gado e ao declínio da exploração do ouro e de pedras preciosas no interior do país. Primeiros saltos de crescimento O processo de urbanização só foi intensificado a partir de 1852, quando foi descoberto o famoso diamante ″Estrela do Sul″.

Neste mesmo ano foi criado o Distrito de Paz no Arraial da Bagagem pertencente à comarca de Patrocínio, pela Lei Nº575 de 04 de maio. Em 1854 o curato foi elevado à categoria de paróquia pela Lei Nº667 de 27 de Abril.

Pela Lei Nº777 de 30 de Maio de 1856, o distrito foi elevado à Vila, com o nome de Bagagem, instalado em 30 de Setembro de 1858. Devido ao grande crescimento verificado no local, em 1861, a Vila de Bagagem foi elevada á categoria de cidade, pela lei Nº1101 de 19 de Setembro.

Foi neste momento que a cidade chegou a contar com uma população de, aproximadamente, 30 mil habitantes. No entanto, verificou-se que essa população, diretamente vinculada ao garimpo, apresentava significativa rotatividade em busca dos diamantes e residia em habitações improvisadas, que se perderam no tempo.

Em meados do século XIX, a cidade exercia um fascínio na região que se traduzia numa numerosa população e também na influência político-ideológica sobre grande parte da região do triangulo mineiro. Este dado reforça a importância e expressão já exercidas pelo município na região e que, atualmente, vem tentando recuperar.

Formação Administrativa Distrito criado com a denominação de Diamantino da Bagagem, pela Lei Provincial nº 667, de 27-04-1854. Elevado à categoria de vila com a denominação de Bagagem, pela Lei Provincial nº 777, de 30-05-1856, desmembrado de Patrocínio.

Sede na povoação de Bagagem. Constituído do distrito sede (Cachoeiras da Estrela do Sul).

Instalado em 30-09-1858. Elevado à condição de cidade coma a denominação de Bagagem, pela Lei Provincial nº 1101, de 19, de 09-1861.

Pela Lei Provincial nº 3106, de 06-10-1883, e Lei Estadual nº 2, de 14-09-1891, é criado o distrito de Santa Rita da Estrela do Sul e anexado a vila de Bagagem. Pelo Decreto Estadual nº 199, de 06-10-1890, e Lei Estadual nº 2, de 14-09-1891, é criado o distrito de Rio das Pedras a vila de Estrela do Sul.

Pela Lei Estadual nº 319, de 16-09-1901, o município de Bagagem tomou a denominação de Estrela do Sul e Santa Rita da Estrela do Sul a chamar-se Santa Rita da Estrela. Pela Lei Estadual nº 556, de 30-08-1911, é criado o distrito de Doliarina e anexado ao município de Estrela do Sul.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 4 distritos: Cachoeiras da Estrela do Sul, Santa Rita da Estrela, Rio das Pedras e Doliarina. Assim permanecendo nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920.

Pela Lei Estadual nº 843, de 07-09-1923, o município Estrela do Sul sofre as seguintes modificações: os distritos de cachoeiras e Rio das Pedras tem seus nomes mudados para Estrela do Sul e Cascalho Rico respectivamente. Extingue o distrito de Doliarina cujo território anexado aos distritos de Estrela do Sul, Santa Rita e Cascalho Rico, todos do município de Estrela do Sul e cria o distrito de Grupiara (ex-povoado de Troncos), com terras desmembradas do distrito de Santa Rita da Estrela, anexando-o ao município de Estrela do Sul.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 4 distritos: Estrela do Sul (ex-Cachoeiras), Cascalho Rico (ex-Rio das Pedras), Grupiara e Santa Rita da Estrela. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

Pelo Decreto-Lei estadual nº 148, de 17-12-1938, é extinto o distrito de Santa Rita da Estrela, sendo seu território anexado ao distrito sede do município de Estrela do Sul. No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 3 distritos: Estrela do Sul, Cascalho Rico e Grupiara.

Pela Lei Estadual nº 336, de 27-12-1948, desmembra do município de Estrela do Sul o distrito de Cascalho Rico. Elevado à categoria de município e ainda cria novamente o distrito de Santa Rita da Estrela anexando ao município de Estrela do Sul.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Estrela do Sul, Grupiara e Santa Rita da Estrela. Pela Lei Estadual nº 1039, de 12-12-1953, é criado o distrito de Chapada de Minas e anexado ao município de Estrela do Sul.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 4 distritos: Estrela do Sul, Chapada de Minas, Grupiara e Santa Rita da Estrela. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.

Pela Lei Estadual 2764, de 30-12-1962, desmembra do município de Estrela do Sul o distrito de Grupiara. Elevado à categoria de município.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 3 distritos: Estrela do Sul, Chapada de Minas e Santa Rita da Estrela. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.

Pela Lei nº 818, de 07-02-2007, é criado o distrito de São Félix de Estrela e anexado ao município de Estrela do Sul. Em divisão territorial datada de 2007, o município é constituído de 4 distritos: Estrela do Sul, Chapada de Minas, Santa Rita da Estrela e São Félix da Estrela.

Alteração toponímica distrital Diamantino da Bagagem para Bagagem, alterado pela Lei Provincial nº 777, de 30-05-1856. Alteração toponímica municipal Bagagem para Estrela do Sul, alterado pela Lei Estadual nº 319, de 16-09-1901.

Fonte histórica: www.estreladosul.mg.gov.br

Localização

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre hospedagem em Estrela do Sul

Respostas diretas sobre como usar o guia nesta cidade.

Qual o gentílico de Estrela do Sul?

Quem nasce em Estrela do Sul (MG) é estrela-sulense, conforme o IBGE.

Quando é o aniversário de Estrela do Sul?

O município de Estrela do Sul comemora seu aniversário em setembro, no dia 19.

Onde ficar em Estrela do Sul?

O guia publica 1 estabelecimento de hospedagem em Estrela do Sul, com registro no Cadastur, faixa de diária declarada e contato direto — sem intermediação de reservas.

A Hospedagem Brasileira faz reservas ou cobra alguma taxa?

Não. Somos um guia de consulta: você encontra o perfil completo da hospedagem e fala direto pelo canal informado na página. Não intermediamos pagamentos nem cobramos do viajante.

De onde vêm os dados sobre Estrela do Sul?

O perfil municipal usa as bases oficiais do IBGE; as contagens de hospedagem usam o Cadastur, do Ministério do Turismo; e as diárias são declaradas pelos próprios locais publicados no guia. Cada bloco da página indica a fonte do número.

Como escolher onde ficar em Estrela do Sul?

Comece pelos locais publicados nesta página, compare tipo de hospedagem, endereço e faixa de diária declarada e confirme disponibilidade direto com o estabelecimento. Se ainda houver poucos perfis, use os filtros da busca nacional por tipo de hospedagem.

Tenho uma hospedagem em Estrela do Sul. Como apareço no guia?

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