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Cidade · SC

Lajeado Grande

Perfil do município de Lajeado Grande (SC) com dados oficiais do IBGE, histórico e locais de hospedagem publicados.

Onde ficar no Santa Catarina lajeado grandense
5
locais publicados
perfis do guia com contato direto
—
diária mediana
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Nenhuma diária foi declarada nos perfis publicados desta cidade até agora. Assim que as primeiras hospedagens informarem a faixa de preço, o resumo aparece aqui.

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Onde ficar

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Hospedagens publicadas nesta cidade, com contato direto e sem intermediação.

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Perfil municipal

Sobre Lajeado Grande

Contexto do município com dados oficiais do IBGE e os registros de hospedagem publicados no guia.

Lajeado Grande é um município do estado de Santa Catarina, na região Sul do Brasil. Quem nasce em Lajeado Grande é lajeado grandense. Aqui você encontra o dossiê oficial do município (IBGE), o histórico e a formação administrativa, além dos locais de hospedagem publicados.

Hoje o guia reúne 5 locais de hospedagem em Lajeado Grande, com caminho direto para o contato de cada um.

Dossiê do município

Nome oficial
Lajeado Grande
UF
SC
Estado
Santa Catarina
Região
Sul
Código IBGE
4209458
Gentílico
lajeado grandense
Capital
Não
DDD
49
Fuso horário
America/Sao_Paulo
Aniversário
12/12

Fonte: IBGE. Dados estruturados do município.

Contexto histórico e administrativo

Histórico municipal

A Primeira denominação dada à localidade foi Pesqueiro, posteriormente passou a se denominar Lejeado Grande. A Origem do nome é a de que existiam muitas lajes no leito do Rio-hoje Rio Lajeado- onde os primeiros moradores passavam em busca de novas terras.Tem-se que o nome do Povoado foi dado por Luiz Lunardi, um dos pioneiros.

O Primeiro morador foi Francisco Oliveira da Silva (popular chiquinho) que nasceu em 4 de Julho de 1886.,tendo chegado aquí por volta de 1918,juntamente com sua esposa e dois filhos. Naquela época em Chapecó haviam 4 ranchos.Francisco foi o primeiro comprador das terras de Lunardi.

Ao chegar em Xaxim, ele encontrou algumas táperas caídas, percebendo que os ranchos eram construidos uns distantes dos outros e onde viviam alguns caboclos conhecidos por 'TELES,ARRUDA,CAMARGO e TOPÁZIO',etc,sendo uns posseiros e os demais que ganharam dos militares.Alías, as terras eram do governo,que mais tarde cedeu-as por concessão à cia Bertazzo E Maia Ltda, essa Empresa transferiu posteriormente a concessão para os Irmãos Lunardi.As atividades eram a abertura de picadas que se prolongaram até Marema e às encostas do Rio Chapecó.No inverno cultivavam as ervas nativas, que eram transportadas num cargueiro até Joaçaba, enquanto que no verão plantavam para o Sustento. A Partir da década de 20 começaram a chegar outras famílias oriundas do Rio Grande Do Sul, as quais migravam em busca de melhores condições de vida, nas terras fértis para que pudessem expandir seus negócios e assim poder legar algo aos seus descendentes.Fincados na religiosidade própria dos imigrantes italianos, os colonizadores trataram de construir sua Capela em honra a Santo Antônio.Posteriormente, em 1950, foi edificada uma nova, agora bem maior que a primeira,para à partir de 1955,chegarem as irmãs Catequistas Granciscanas.A Construção da atual igreja matriz foi iniciada em 1959, e inaugurada em 1962.

Lajeado Grande foi elevado à Categoria de Distrito através da resolução nº 376/58, de 12 de Dezembro de 1958.Em 20 de julho de 1990 deu-se início ao movimento pró emancipação do distrito, sob coordenação do então Vereador Antônio Carlos Mattiello e a participação de toda a comunidade. E a emancipação ocorreu no mesmo ano, por decisão da Assembléia Legislativa de Santa Catarina, cuja lei nº 8.478 foi sancionada em 12 de Dezembro de 1991.

COLONIZAÇÃO DE LAJEADO GRANDE: Os primeiros colonizadores de Lajeado Grande foram descendentes de italianos, poloneses, alemães, caboclos e cafusos. A maioria oriundos do Rio Grande do Sul por volta de 1918.

Atraídos pelas matas verdejantes e abundantes em madeira-de-lei, fizeram da agricultura sua fonte de subsistência. Por volta de 1918, com a chegada de Franscisco Oliveira da Silva, nasce a comunidade de Lajeado Grande.

Franscisco foi o 1º comprador das terras da firma Lunardi. As terras eram do Governo que depois deu Concessão à Companhia Bertazo & Maia Ltda, e estes para os irmãos Lunardi.

No ano de 1925 chegou Augusto Maraschim, Ricardo Pércio, Pedro Biffi, Antonio Pereira e outros. Todos com suas famílias sendo que estes moravam na Linha Maraschim.

Dois anos depois veio o Sr. Ricardo Pércio onde sua residência localizava-se nas proximidades da sede do Esporte Clube Juvenil.

Assim se passaram vários anos. Em 1935 chegou o Sr.

Antonio Spadotto, um ano depois Luis Peruzzo, que ajudou a construir a primeira Capela. Logo depois vieram João e Vicente Gabrieli.

Estes primeiros moradores passaram muita necessidade, pois não conseguiam mercado para a produção agrícola. Dona Adeles, esposa de Ricardo Pércio, rezava o terço na primeira capela e em sua casa onde também dava catequese.

Em 1939 veio Antônio Barbieri, que era encarregado de vender as terras da firma Lunardi. A partir daí a firma abriu estradas de carroça, facilitando assim a entrada de colonizadores.

Muitos vieram de carroça do Rio Grande do Sul. O Sr.

Domingos Zilli, veio de Esperança, Rio Grande do Sul, de carroça, sozinho, o mesmo levou 22 dias de viagem. Outros vieram de caminhão até Ervalzinho, depois eram transportados de carroça até aqui.

No ano de 1941 chegou Aurélio Bordignon e Lodovico Bortolini. Em maio de 1942, chegou Valentin Seralha, Pedro Zanon, Olivo Kissel, Francisco Zilli e logo depois Domingos Zilli.

No ano de 1944 veio a família Lapinski, Wadislau Zmijevski, Germano Zilli e Tomaz Sinski. Wadislau Zmijevski abriu um pequeno bar na vila.

Em maio de 1945 chegou o primeiro comerciante, Davide Locateli que logo depois vendeu para o Senhor Cleto Bruschi. Na época já existiam outros moradores tais como: Franscisco Barônio, Olivo Testa, Eliseu Bianchi, Sebastião Frigo, Donzeli, Augosto Tuni, Silvestre Demarco, todos com suas famílias.

Ardovino Ferro que saiu do Rio Grande com 7 anos de idade, morou 5 anos em Xaxim. Transferiu-se para o Ervalzinho e depois em 1945 fixou residência em Lajeado Grande vindo a trabalhar com serraria e oficina de madeira.

O primeiro caminhão Chevrolet Gigante que chegou aqui, era do Senhor conhecido como Zanquet; o 2º era de uma Companhia: Zilli, Baronio e Lapinski, vendendo logo depois para Cleto Bruschi. A primeira escola que servia de capela, localizava-se nas proximidades do armazém Zanella, tendo como primeiro professor o Sr.

Otávio Ribeiro de Morais. O segundo professor foi José Zanolla e o terceiro Antônio Viviam.

Depois trabalhou aqui a Sra. Zeferina Locatelli e a profª Edília Faé.

Ainda nesta escola quem fazia as orações era a senhora Adeles Pércio, mais tarde o Sr. Valetim Serallha.

Em 1942 houve o primeiro casamento de João Gabrieli com a Sra. Amalia Peruzzo.

O 2º, o Sr. Joaquim Peruzzo com a Sra.

Ibraima de Oliveira da Silva. Para realização destes casamentos, foram a cavalo até Xaxim.

A 2ª escola foi feita nas proximidades do pavilhão atual, servindo também de capela. Os primeiros padres foram Frei Plácido e Frei Bruno.

No ano de 1955 por intermédio de Frei Bruno chegou as primeiras irmãs Catequistas Fransciscanas. CARACTERÍSTICAS O fundo de pedra do Rio Lajeado deu nome à cidade, colonizada pr descendentes de italianos.

A maior parte da população de Lajeado Grande vive na zona rural, plantando milho, soja, feijão e trigo. A integração dos produtores com a Chapecó Avícola e com a Sadia proporciona um bom rendimento através da industrialização da carne de aves e de suínos.

Cerca de 30% das 330 pequenas e médias propriedades de Lajeado Grande produzem vinho para consumo familiar. Há ainda indústrias de móveis e de beneficiamento de madeira, serrarias, moinhos rústicos e pequenas fábricas de instrumentos agrícolas.

Data de fundação - 12 de dezembro de 1991. Data festiva - 12 de dezembro (aniversário da cidade).

Principais atividades econômicas - Agricultura. População - 1.571 habitantes.

Colonização - Italiana. Principais etnias - Italiana.

Localização - Oeste, na microrregião de Xanxerê, a 580km de Florianópolis. Área - 66,8km2.

Clima - Mesotérmico úmido, com verão quente e temperatura média de 17,2°C. Altitude - 480m acima do nível do mar.

Cidades próximas - Marema, Xaxim, Coronel Freitas, Xanxerê.

Fonte histórica: HISTÓRICO MUNICIPAL - www.lajeadogrande.sc.gov.br

Localização

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre hospedagem em Lajeado Grande

Respostas diretas sobre como usar o guia nesta cidade.

Qual o gentílico de Lajeado Grande?

Quem nasce em Lajeado Grande (SC) é lajeado grandense, conforme o IBGE.

Quando é o aniversário de Lajeado Grande?

O município de Lajeado Grande comemora seu aniversário em dezembro, no dia 12.

A Hospedagem Brasileira faz reservas ou cobra alguma taxa?

Não. Somos um guia de consulta: você encontra o perfil completo da hospedagem e fala direto pelo canal informado na página. Não intermediamos pagamentos nem cobramos do viajante.

De onde vêm os dados sobre Lajeado Grande?

O perfil municipal usa as bases oficiais do IBGE; as contagens de hospedagem usam o Cadastur, do Ministério do Turismo; e as diárias são declaradas pelos próprios locais publicados no guia. Cada bloco da página indica a fonte do número.

Como escolher onde ficar em Lajeado Grande?

Comece pelos locais publicados nesta página, compare tipo de hospedagem, endereço e faixa de diária declarada e confirme disponibilidade direto com o estabelecimento. Se ainda houver poucos perfis, use os filtros da busca nacional por tipo de hospedagem.

Tenho uma hospedagem em Lajeado Grande. Como apareço no guia?

Pelo cadastro de anunciantes: você envia os dados do negócio, a equipe revisa e o perfil entra no ar com contato direto. Estabelecimentos registrados no Cadastur recebem selo de verificação.

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