Agência de Viagens Santo André (SP). Segmentos: Ecoturismo, Turismo de Sol e Praia, Turismo de E...
Cidade · SP
Santo André
Perfil do município de Santo André (SP) com dados oficiais do IBGE, histórico e locais de hospedagem publicados.
- 494
- locais publicados perfis do guia com contato direto
- 8
- meios de hospedagem Cadastur · Ministério do Turismo
- —
- diária mediana amostra mínima de 3 diárias declaradas
- 1.306
- leitos registrados 974 UHs no Cadastur
Custo de hospedagem
Quanto custa dormir em Santo André
Nenhuma diária foi declarada nos perfis publicados desta cidade até agora. Assim que as primeiras hospedagens informarem a faixa de preço, o resumo aparece aqui.
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Onde ficar
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Hospedagens publicadas nesta cidade, com contato direto e sem intermediação.
Agência de Viagens Santo André (SP). Situacao Cadastur: Regular.
Agência de Viagens Santo André (SP). Segmentos: Turismo de Esporte, Turismo de Pesca, Turismo de...
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Agência de Viagens Santo André (SP). Situacao Cadastur: Regular.
Perfil municipal
Sobre Santo André
Contexto do município com dados oficiais do IBGE e os registros de hospedagem publicados no guia.
Santo André é um município do estado de São Paulo, na região Sudeste do Brasil. Quem nasce em Santo André é andreense. Aqui você encontra o dossiê oficial do município (IBGE), o histórico e a formação administrativa, além dos locais de hospedagem publicados.
Hoje o guia reúne 494 locais de hospedagem em Santo André, com caminho direto para o contato de cada um.
Dossiê do município
- Nome oficial
- Santo André
- UF
- SP
- Estado
- São Paulo
- Região
- Sudeste
- Código IBGE
- 3547809
- Gentílico
- andreense
- Capital
- Não
- DDD
- 11
- Fuso horário
- America/Sao_Paulo
- Aniversário
- 08/04
Contexto histórico e administrativo
Histórico municipal
Para contar a história da região na qual Santo André está inserida, temos que retomar, de maneira sucinta, parte da história do Brasil Colonial. Nos primeiros anos dessa história os portugueses tinham grande preocupação em defender as costas brasileiras de possíveis invasões de franceses e holandeses, pois estes dois países não compartilharam da divisão expressa pelo Tratado de Tordesilhas que dividiu o Novo Mundo, a terra a ser descoberta, entre portugueses e espanhóis.
No início do século 16 os países que tivessem terras onde pudessem explorar as riquezas minerais, em especial ouro e prata, estavam à frente dos demais pois essas eram as moedas correntes, indicadoras de riqueza. Explica-se por aí o interesse pelas terras dessa vasta colônia portuguesa.
Devido a vários ataques às suas terras, a partir de 1530, Portugal intensificou a colonização das costas brasileiras. Nesse contexto é enviado para cá, por ordem de Dom João III, rei de Portugal, Martim Afonso de Souza com a incumbência de fundar vilas para fortificar o litoral.
Aliada a essa história está a figura de João Ramalho, português que representava, nesse momento, uma porta de entrada para o contato com os índios e para a colonização, pois ele conhecia algumas tribos e conseguia se comunicar com elas. Em contrapartida a sua ajuda, João Ramalho solicitava, desde o início, que o local em que vivia, situado acima da Serra do Mar, fosse transformado em vila.
Sua petição foi negada durante vários anos, pois se pretendia povoar o litoral e não o interior. Seu pedido foi atendido apenas em oito de abril de 1553, quando foi criada a vila pelo Governador Geral Tomé de Souza.
Seu nome era Santo André da Borda do Campo. Nesse período, a busca de metais impulsionou as entradas para o interior e a vila foi se desenvolvendo.
Os jesuítas, instalados em São Vicente, tinham interesse em transferir seu colégio para próximo dessa região, nos campos de Piratininga, pois havia uma grande evasão de pessoas do litoral para o interior. Tal fato ocorreu a 25 de janeiro de 1554, com a criação da Aldeia de São Paulo de Piratininga.
Dificuldades de subsistência e de proteção fizeram com que a vila de Santo André fosse transferida para São Paulo de Piratininga em 1560, através de proposta do Padre Manoel da Nóbrega ao Governador Geral Mem de Sá. A partir de então, Santo André deixou de existir enquanto unidade administrativa, passando a ser um bairro de São Paulo.
A região passou por um período de estagnação, tornando-se local de passagem entre o Porto de Santos, a capital e o interior. No entanto, já em 1561, grande parte das terras foi concedida como sesmaria a Amador de Medeiros, ouvidor da Capitania de São Vicente.
Boa parte dessa sesmaria foi repassada, em 1637, à Ordem de São Bento, formando-se ali a Fazenda São Bernardo, área atualmente ocupada em grande parte pelo município de São Bernardo do Campo. Outra área importante de domínio dos beneditinos era a Fazenda São Caetano, doada à Ordem em 1631 pelo Capitão Duarte Machado e sua esposa Joana Sobrinha.
As outras terras eram menores e foram passando por vários donos até o início do século 20, quando foram loteadas. Nesse período a atividade econômica ficou restrita à subsistência e à locação de pastagens para as tropas.
As duas fazendas dos beneditinos São Bernardo e São Caetano tinham uma atividade mais regular: a primeira produzia gêneros alimentícios e na segunda fabricavam-se tijolos e artefatos de cerâmica. Essas fazendas ficaram sob a propriedade dos beneditinos até 1870, quando foram compradas pelo Estado para a criação de colônias de imigrante.
Antes disso, porém, ao redor da fazenda São Bernardo foi se criando um pequeno núcleo urbano, que mais tarde iria garantir a criação do município de São Bernardo. Outro fator importante no contexto de modernização da região em meados do século XIX foi a instalação da ferrovia nas proximidades do Rio Tamanduateí.
Esse empreendimento visava a melhoria do transporte de produtos agrícolas do interior para o Porto de Santos, em especial o café que começava a ser produzido em larga escala na Província de São Paulo. Tal situação começou a atrair indústrias que se aproveitavam das facilidades de transporte, da disponibilidade de áreas próximas à linha férrea e ao rio, além dos incentivos fiscais apresentados pelo município.
Em 1889, quando foi criado o município de São Bernardo, este nasceu sob a marca da industrialização, utilizando, predominantemente, a mão de obra de imigrantes. Este município abrangia toda a região do Grande ABC.
As indústrias que se instalavam na nova cidade eram em geral ligadas à produção química, têxtil e de móveis. Além disso, foram surgindo pequenos negócios como carpintarias, funilarias, sapatarias, barbearias, pequenas pensões e restaurantes, que foram dando uma feição mais urbana à região.
Nesse contexto ressurge o termo Santo André, nomeando o distrito criado em 1910 e que compreendia áreas próximas à Estação. A expansão industrial remonta ao final do século 19 e caracterizou-se por muito tempo por um misto de produção industrial e artesanal.
Essas empresas eram, em sua maioria, pequenos empreendimentos gerenciados por seu proprietário. Todas já desapareceram, principalmente por não conseguirem se impor às inovações tecnológicas, após a década de 1950.
Outras, porém, fundadas nesse mesmo período modernizaram-se, como a Companhia Chimica Rhodia S/A e a Companhia Brasileira de Seda Rhodiaseta. O distrito de Santo André abrigava na década de 1930 várias indústrias importantes, possuía a Estação de São Bernardo por onde era transportada grande parte dos produtos aqui produzidos e tinha entre seus moradores vários políticos influentes.
Tal situação levou à transferência da sede do município de São Bernardo para Santo André, em 1939. Toda a região do Grande ABC, composta por vários distritos, passou, então, a ser denominada pelo nome Santo André.
No entanto, já na década de 1940 iniciaram-se vários movimentos emancipacionistas e os distritos foram tornando-se municípios. Em 1945 foi a vez de São Bernardo do Campo, em 1949 São Caetano do Sul e em 1953 Mauá e Ribeirão Pires.
A partir de então Santo André passou a ter uma área de 174,38 quilômetros quadrados, contando com os seguintes distritos: Sede, Capuava e Paranapiacaba. Na década de 1950, além dessas mudanças, outras puderam ser sentidas no que se refere à tipologia das indústrias da região.
Com os investimentos estatais e o capital estrangeiro ocorreu um crescimento no setor automobilístico, mecânico, metalúrgico e de material elétrico. Santo André passou a abrigar várias indústrias de autopeças.
A indústria foi, então, delineando um outro perfil. A mão de obra tornou-se mais especializada e as máquinas mais produtivas.
Neste momento a mão de obra deixou de ser determinante para o aumento da produção. Na década de 1970 houve um momento de expansão e concentração da indústria na Grande São Paulo.
Foi o período denominado de 'milagre econômico'. Na década seguinte o ritmo de crescimento sofreu um decréscimo, culminando com a recessão dos anos 80.
Nos anos 90 a produção industrial continuou desacelerada, com os incentivos fiscais voltados para outras áreas do estado de São Paulo, além das dificuldades de transporte e o custo de mão de obra. O ABC e, em especial Santo André, perdeu várias indústrias.
Hoje em dia, há um grande esforço do setor público e da sociedade para a manutenção das indústrias existentes. Além disso, tem-se observado um aumento de atividades nos setores de serviços e no comércio.
O desafio do início deste século 21 está relacionado à criação de novas alternativas para a cidade que vai se transformando, garantindo melhores condições de vida a seus moradores.
Formação administrativa
Distrito criado com a denominação de Santo André, pela Lei Estadual n.º 1.222-A, de 14-12-1910, subordinado ao município São Bernardo.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Santo André figura no município de São Bernardo.
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo Decreto Estadual n.º 9.775, de 30-11-1938, foi transferida a sede do município de São Bernardo para Santo André, passando o município a denominar-se Santo André e São Bernardo à condição de distrito.
Pelo decreto acima citado, Santo André adquiriu o território do extinto distrito de São Caetano, do mesmo município, que passou a constituir uma de suas zonas.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 5 distritos: Santo André, São Bernardo Mauá, Paranapiacaba e Ribeirão Pires.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 14.334, de 30-11-1944, é desmembrado do município de Santo André o distrito de São Bernardo.
Elevado à categoria de município com a denominação de São Bernardo do Campo.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 5 distritos: Santo André, Mauá, Paranapiacaba e Ribeirão Pires e São Caetano.
Pela Lei Estadual n.º 233, de 24-12-1948, é desmembrado do município de Santo André o distrito de São Caetano.
Elevado à categoria de município com a denominação de São Caetano do Sul.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município de 3 distritos: Santo André, Mauá, Paranapiacaba e Ribeirão Pires.
Pela Lei Estadual n.º 2.456, de 30-11-1953, são desmembrados do município de Santo André os distritos de Mauá e Ribeirão Pires, elevados à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Santo André e Paranapiacaba.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
Localização
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre hospedagem em Santo André
Respostas diretas sobre como usar o guia nesta cidade.
Qual o gentílico de Santo André?
Quem nasce em Santo André (SP) é andreense, conforme o IBGE.
Quando é o aniversário de Santo André?
O município de Santo André comemora seu aniversário em abril, no dia 8.
Onde ficar em Santo André?
O guia publica 8 estabelecimentos de hospedagem em Santo André, com registro no Cadastur, faixa de diária declarada e contato direto — sem intermediação de reservas.
A Hospedagem Brasileira faz reservas ou cobra alguma taxa?
Não. Somos um guia de consulta: você encontra o perfil completo da hospedagem e fala direto pelo canal informado na página. Não intermediamos pagamentos nem cobramos do viajante.
De onde vêm os dados sobre Santo André?
O perfil municipal usa as bases oficiais do IBGE; as contagens de hospedagem usam o Cadastur, do Ministério do Turismo; e as diárias são declaradas pelos próprios locais publicados no guia. Cada bloco da página indica a fonte do número.
Como escolher onde ficar em Santo André?
Comece pelos locais publicados nesta página, compare tipo de hospedagem, endereço e faixa de diária declarada e confirme disponibilidade direto com o estabelecimento. Se ainda houver poucos perfis, use os filtros da busca nacional por tipo de hospedagem.
Tenho uma hospedagem em Santo André. Como apareço no guia?
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