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Cidade · MG

Uberlândia

Perfil do município de Uberlândia (MG) com dados oficiais do IBGE, histórico e locais de hospedagem publicados.

Onde ficar no Minas Gerais uberlandense
540
locais publicados
perfis do guia com contato direto
35
meios de hospedagem
Cadastur · Ministério do Turismo
—
diária mediana
amostra mínima de 3 diárias declaradas
5.376
leitos registrados
3.158 UHs no Cadastur

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Onde ficar

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Perfil municipal

Sobre Uberlândia

Contexto do município com dados oficiais do IBGE e os registros de hospedagem publicados no guia.

Uberlândia é um município do estado de Minas Gerais, na região Sudeste do Brasil. Quem nasce em Uberlândia é uberlandense. Aqui você encontra o dossiê oficial do município (IBGE), o histórico e a formação administrativa, além dos locais de hospedagem publicados.

Hoje o guia reúne 540 locais de hospedagem em Uberlândia, com caminho direto para o contato de cada um.

Dossiê do município

Nome oficial
Uberlândia
UF
MG
Estado
Minas Gerais
Região
Sudeste
Código IBGE
3170206
Gentílico
uberlandense
Capital
Não
DDD
34
Fuso horário
America/Sao_Paulo
Aniversário
31/08

Fonte: IBGE. Dados estruturados do município.

Contexto histórico e administrativo

Histórico municipal

A descoberta da região do Triângulo Mineiro - também conhecida como Sertão da Farinha Podre - e seu povoamento está intrinsecamente ligado ao ciclo do ouro no Brasil. A escassez dos minérios nas regiões auríferas das 'Geraes' provocou a dispersão populacional para outras áreas.

Nos tempos da colônia, esta área do Triângulo, se configurava como fornecedora marginal de metais e ponto de apoio aos núcleos mineratórios do Centro-Oeste, suprindo-os, também, de gêneros alimentícios. Com o declínio da mineração ocorreu um afluxo populacional para a região.

Apesar disso, ainda permaneceram as áreas denominadas por “região vazia”. Estas receberam incentivos de povoamento por parte da metrópole que criou a Lei Imperial nº 514 de 1530, referente à concessão de terras devolutas para a colonização.

Motivadas pelas concessões de terras, expedições de desbravadores começaram a se deslocar para esta região do Triângulo Mineiro em busca do posseamento das mesmas. Segundo os manuscritos  cedidos por descendentes do Sr.

João Pereira, os primeiros posseamentos tiveram início em 1817 e não em 1818 como até então se acreditava. Neles há relatos de três famílias que saíram de Paraopeba, próximo à Vila Rica, no intuito de demarcarem aqui suas sesmarias: Os irmãos Caetano e José Alves Rezende com suas famílias, acompanhados do cunhado João Pereira da Rocha e ainda o amigo Francisco Rodrigues Rabello, que trouxe também sua família.

Caetano Alves Rezende instalou-se em área pertencente ao município de Uberaba, que denominou por Sesmaria Boa Esperança do Rio Claro. A cópia da Carta de Sesmaria de Francisco Rodrigues Rabello, constante nestes escritos, indica ter sido a mesma denominada por Sesmaria Ribeirão da Rocinha.

Mas a ausência de descrição detalhada a respeito de sua situação neste terreno inviabilizou a precisão da área no município. O terceiro dos posseantes, José Alves Rezende, teve mais tarde como um dos limitantes, João Pereira da Rocha, cujo marco era um córrego que por esta região recebeu o nome de córrego da Divisa.

Sua área foi denominada Sesmaria Monjolinho. Todas estas demarcações e posseamentos de terras ocorreram em 1817, embora o registro do documento de posse tenha sido efetuado entre 1820 e  1821.

Quanto a João Pereira da Rocha, após o mesmo ter palmilhado a região com seus cunhados, retornou à Fazenda Rocha em Cachoeira do Campo em busca de sua família – esposa e onze filhos. Desta vez retomou o velho caminho com seus familiares e seus escravos transportando seus pertences no lombo de burros.

Isto, porém, ocorreu já em 1818. Durante a caminhada de exploração e conhecimento de sua sesmaria, João Pereira foi denominando certas áreas e córregos que mais tarde se tornavam nomes de fazendas ou de região, como a Fazenda da Estiva,  porque lá estivaram o caminho de acesso ao pasto; o córrego em cuja margem acamparam no dia de São Pedro recebeu o nome deste Santo e próximo a ele deixaram instalados um casal de escravos da família Lagoinha.

Enfim, nomes até hoje conhecidos como Letreiro, que foi a denominação dada por Francisco Alves Pereira à área que lhe agradava no trajeto onde deixara suas iniciais no tronco de um pau-terra, e assim sucessivamente, capões a que deram o nome de Marimbondo; Tenda, o local onde levantaram um rancho de pau-a-pique (cobertura de capim) e instalaram uma tenda de ferreiro; o córrego que denominaram por Córrego do Salto em cuja proximidade foi instalada a sede da Fazenda do Salto, além de tantos outros, e por último, a área que alcançaram no dia 04 de outubro de 1818, dia de São Francisco, que deu denominação à conhecida Fazenda São Francisco de Assis. Vieram ainda Ricardo Gonzaga dos Santos e João Vermelho Bravo que possearam as terras das Sesmarias da “Rocinha” e a de “Registro”.

Há ainda os Cabral de Menezes que se alojaram no ponto denominado bebedouro. Esses moradores tinham o hábito da caça para consumo e para facilitar e eliminar os perigos armaram jiraus de madeira rústica sobre forquilhas amarradas com cipó, que tomavam a forma de um sobrado, resultando no nome do local: fazenda Sobradinho.

Segundo o documento, quando foi construída a sede da fazenda Letreiro, Francisco Alves Pereira, necessitando de homens especializados em ferragens para  carros-de-boi, tivera notícias de entendidos no assunto no arraial de Campo Belo do Prata,  partiu em busca dos mesmos. Foi então que conheceu a família Carrejo, que contava em seu meio com excelentes profissionais.

Francisco travou relações com alguns membros desta família combinando a venda de terras em boas condições, facilitando sua vinda. Para cá se transferiram trazendo  suas respectivas esposas e filhos, alguns escravos,   animais domésticos e apreciáveis quantidade de víveres, sementes e instrumentos agrícolas.

Adquiriram terras de José Diogo da Cunha e parte das terras de João Pereira da Rocha. Luís Alves Carrejo, proprietário de maior extensão, para equilibrar as cotas entre eles, facilitou a aquisição de seus excessos pelos quotistas menores.

Ficou com a parte que é hoje a fazenda Olho D’Água. Francisco Alves Carrejo apossou-se da Fazenda Laje, Felisberto instalou-se na fazenda da Tenda; Antônio Alves Carrejo ficou com a que denominou Marimbondo.

Nesta época já existia um grande povoado às margens do córrego São Pedro do Uberabinha, iniciado pelos escravos deixados lá por João Pereira da Rocha e mais as famílias que foram chegando para tocar lavouras na Sesmaria São Francisco. Estas famílias eram ajudadas com madeiras na construção de seus ranchos, perto de olhos d’água, no local conhecido por Fundinho.

Para conforto de todos, Francisco Alves Pereira com seus parentes e amigos, tiraram um rego que partindo das cachoeiras do córrego São Pedro, lado direito, corria com abundância, mais ou menos margeando a atual avenida Rio Branco, até chegar ao povoado do Fundinho. A Capela foi inaugurada em 1853 com a celebração da 1ª missa e teve seu entorno reservado para “campo santo”, ou seja, o 1º cemitério da cidade.

Cinco anos após, foi elevada à matriz. A parte antiga da capela tornou-se sacristia.

Nessa época, a Freguesia já contava com aproximadamente 3.000 paroquianos, o que requeria uma ampliação do templo. E esta igreja existiu até 1943, quando foi demolida pelo prefeito da época Vasconcelos Costa, para em seu lugar construir a antiga rodoviária que funcionou no prédio da atual Biblioteca Pública Municipal.

Quatro anos após a construção da capela, no intuito de dar forma jurídica às terras adquiridas em consentimento dos vinte e um proprietários, os procuradores, promoveram a divisão e demarcação daquele Patrimônio perante o juiz municipal de Uberaba, em outubro de 1857, no arraial já denominado de Nossa Senhora do Carmo e São Sebastião da Barra de São Pedro de Uberabinha. Na ocasião, Dª Custódia Fernandes dos Santos (esposa de Luiz Alves Pereira) e outros, doaram 12 alqueires de terreno de sua propriedade na fazenda Campo Alegre a Nossa Senhora da Abadia, no povoado de São Pedro de Uberabinha, já habitado por seus escravos.

Este local é até hoje conhecido por Patrimônio da Abadia.

Formação administrativa

Distrito criado com a denominação de São Pedro de Uberabinha, pela Lei Provincial n.º 831, de 11-07-1857, e Lei Estadual n.º 2, de 14-09-1891, subordinado ao município de Uberaba.

Elevado à categoria de vila com a denominação de São Pedro de Uberabinha, pela Lei Provincial n.º 3.643, de 31-08-1888, desmembrado de Uberaba.

Sede no antigo distrito de São Pedro de Uberabinha.

Constituído de 2 distritos: São Pedro de Uberabinha e Santa Maria, o segundo desmembrado de Monte Alegre.

Instalado em 14-03-1891.

Elevado à condição de município com a denominação de Uberabinha, pela Lei Estadual n.º 23, de 14-03-1891.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 2 distritos: Uberabinha e Santa Maria.

Assim permanecendo nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920.

Pela Lei Estadual n.º 843, de 07-09-1923, é criado o distrito de Martinópolis com terras desmembradas do distrito sede Uberabinha e anexado ao município de Uberabinha.

Pela Lei Estadual n.º 1.128, de 19-10-1929, o município de Uberabinha tomou o nome de Uberlândia.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 3 distritos: Uberlândia (ex-Uberabinha), Martinópolis e Santa Maria.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

Pelo Decreto-lei Estadual n.º 1.058, de 31-12-1943, foram criados distritos de Tapuirama e Cruzeiro dos Peixotos e anexados ao município de Uberlândia.

Sob o mesmo Decreto-lei Estadual, o distrito de Santa Maria passou a denominar-se Miraporanga e Martinópolis a chamar-se Martinésia.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 5 distritos: Uberlândia, Cruzeiro dos Peixotos, Martinésia (ex-Martinópolis), Miraporanga (ex-Santa Maria) e Tapuirama.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Fonte histórica: Uberlândia (MG). Prefeitura. 2013. Disponível em: http://www.uberlandia.mg.gov.br. Acesso em: set. 2013.

Localização

Conteúdo editorial

Guias sobre Uberlândia

Conteúdo editorial publicado para este destino.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre hospedagem em Uberlândia

Respostas diretas sobre como usar o guia nesta cidade.

Qual o gentílico de Uberlândia?

Quem nasce em Uberlândia (MG) é uberlandense, conforme o IBGE.

Quando é o aniversário de Uberlândia?

O município de Uberlândia comemora seu aniversário em agosto, no dia 31.

Onde ficar em Uberlândia?

O guia publica 35 estabelecimentos de hospedagem em Uberlândia, com registro no Cadastur, faixa de diária declarada e contato direto — sem intermediação de reservas.

A Hospedagem Brasileira faz reservas ou cobra alguma taxa?

Não. Somos um guia de consulta: você encontra o perfil completo da hospedagem e fala direto pelo canal informado na página. Não intermediamos pagamentos nem cobramos do viajante.

De onde vêm os dados sobre Uberlândia?

O perfil municipal usa as bases oficiais do IBGE; as contagens de hospedagem usam o Cadastur, do Ministério do Turismo; e as diárias são declaradas pelos próprios locais publicados no guia. Cada bloco da página indica a fonte do número.

Como escolher onde ficar em Uberlândia?

Comece pelos locais publicados nesta página, compare tipo de hospedagem, endereço e faixa de diária declarada e confirme disponibilidade direto com o estabelecimento. Se ainda houver poucos perfis, use os filtros da busca nacional por tipo de hospedagem.

Tenho uma hospedagem em Uberlândia. Como apareço no guia?

Pelo cadastro de anunciantes: você envia os dados do negócio, a equipe revisa e o perfil entra no ar com contato direto. Estabelecimentos registrados no Cadastur recebem selo de verificação.

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