Histórico (IBGE)
Os registros históricos do município de Campestre estão ligados ao município de Jundiá, de quem foi desmembrado quando era um povoado. O nome do então povoado se originou dos verdejantes campos existentes em meados do século XVIII entre os morros que circundavam toda a região, a princípio com poucas casas. Com a construção da estrada que ia até Palmares, no estado de Pernambuco, Campestre começou a se desenvolver. Porém, o povoado se estabeleceu com a instalação das atividades industriais da Usina Santa Terezinha, atualmente desativada, e da feira livre, considerada a maior da região, superando progressivamente a sede do município. Na administração de José Ribeiro Caminha, em Jundiá, ocorreu o processo de desapropriação de terra, facilitando o crescimento urbano. Também fizeram parte da evolução do povoado Domingos Barreto da Silva e Antonio Sijames Granja. O padre Francisco Gerardi esteve à frente da construção da primeira igreja, em 1926, erguida em homenagem a São José. A luta pela emancipação começou em 1987. Em 1994, o governador Geraldo Bulhões sancionou a lei que concedeu autonomia administrativa a Campestre.
Fonte do histórico:
CAMPESTRE (AL).Prefeitura. [200?].
Formação administrativa:
Distrito criado com denominação de Campestre, no município de Jundiá. Pelo Art. 41, inciso II, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, da Constituição Estadual de 05-10-1989, confirmado pela Lei Estadual n.º 5.641, de 21-11-1994, que define os seus limites, é desmembrado de Jundiá. Sede no atual distrito de Campestre (ex-povoado Campestre de Jundiá). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1997. Em divisão territorial datada de 1997, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2024.