Histórico (IBGE)
Situado às margens da Lagoa Mundaú, Coqueiro Seco tem seu nome originário dos encontros frequentes de mercadores e viajantes à sombra de um coqueiro de palhas queimadas diferenciado dos demais, onde eram realizados negócios. Conta a história que algum tempo depois chegaram à região missionários da Ordem dos Franciscanos. Encantados com a topografia do lugar, que apresentava planos altos e baixos, mudaram sua denominação para Monte Santo. Contudo, os habitantes, que já estavam acostumados com o antigo nome da cidade, ignoraram os franciscanos e mantiveram o nome de Coqueiro Seco. O único registro histórico encontrado diz respeito à construção da igreja, que continua até hoje como a matriz da padroeira, Nossa Senhora Mãe dos Homens. Ela foi edificada no século XVII pelo português José Cabral. No censo realizado pelo IBGE em 1950, Coqueiro Seco foi mencionado como vila de Rio Largo, com uma população de 1.667. Apenas em 1962, a cidade foi emancipada politicamente.
Fonte do histórico:
COQUEIRO SECO (AL). Prefeitura. [200?].
Formação administrativa:
Distrito criado com a denominação Coqueiro Seco, pelo Decreto Estadual n.º 2.435, de 30-11-1938, com território desmembrado do distrito de Santa Luzia, subordinado ao município de Rio Largo. Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Coqueiro Seco figura no município de Rio Largo. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960. Pela Lei Estadual n.º 2.265, de 23-07-1960, o distrito de Coqueiro Seco deixa de pertencer ao município de Rio Largo para ser anexado ao novo município de Satuba. Elevado à categoria de município com a denominação de Coqueiro Seco, pela Lei Estadual n.º 2.463, de 23-08-1962, desmembrado de Satuba. Sede no antigo distrito de Coqueiro Seco. Constituído do distrito sede. Instalado em 18-09-1962. Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2024.