Histórico (IBGE)
O nome do município vem de uma feira de troca de animais criada na década de 1930 por comerciantes locais, com o intuito de se evitar que os habitantes da região precisassem frequentar outros municípios para comprar mantimentos e assim fossem atacados por cangaceiros. A povoação surgiu de uma propriedade da região, a fazenda Logrador, pertencente a Domingos Dias de Souza (apelidado 'Domingo Bolachão'), que vendeu parte de suas terras a José Alves de Queiroz (apelidado 'Fifio'). 'Fifio' teve a ideia, junto com José Lino de Souza (um comerciante de couro da localidade), de montar uma bodega e transformar parte do estabelecimento em um pequeno centro de troca e venda de gado e couro. Na época os moradores da região precisavam ir até as feiras dos municípios vizinhos de Nossa Senhora da Glória e Nossa Senhora das Dores para fazer compras e viviam aterrorizados com as histórias de violência e roubo das mercadorias por cangaceiros. José Alves de Queiroz o 'Fifio', convidou feirantes e moradores de toda a região para participarem da feira, iniciada no meio do campo, ofertando poucos animais, alimentos e principalmente a farinha de mandioca, no dia 12 de março de 1939. Porém a feira cresceu muito, obrigando a prefeitura de Nossa Senhora das Dores (na época a sede da localidade) a melhorar a estrutura administrativa do Povoado Logrador, implantando uma delegacia e um mercado público.
Fonte do histórico:
FEIRA NOVA (SE). Prefeitura. Disponível em: https://www.feiranova.se.gov.br/site/?alias=pmfeiranova&p=cidade&a=historia. Acesso em: 25 mar. 2025.
Formação administrativa:
Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Feira Nova, pela Lei Estadual n.º 1.211, de 18-10-1963, desmembrado do município de Nossa Senhora das Dores e Cumbe. Sede no atual distrito de Feira Nova (ex-povoado). Constituído do distrito sede. Instalado em 28-02-1963. Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.