Histórico (IBGE)
A colonização do município de Inhapi começou por volta de 1902, quando foi construída a primeira residência no local, de propriedade da família Moreira. Logo após, outra propriedade, de Margarida Vieira, também foi implantada. Data do mesmo ano a construção da primeira capela, sob responsabilidade de José Miguel, que pouco depois deixou a região. Em 1917, foi realizada a primeira feira, que teve continuidade, com movimento crescente. No mesmo ano, chegou ao lugarejo o Coronel Anjo da Guia, que construiu mais residências. Em 1918, foi a vez de Vida Ferreira abrir uma loja, que ainda existe. As notícias sobre a povoação que se formava chamaram a atenção de moradores de regiões vizinhas, e, em pouco tempo, muitos já estavam residindo no lugar, incluindo as famílias de José Ferreira Villar, Pedro Horário, Nezinho Pereira e João Martins da Silva. Mais tarde, vieram Zeca Biê e Teodorico Alves Bezerra. No fim dos anos de 1950, o povoado que ficava ao pé da Serra dos Grudes tinha uma população de 400 habitantes, residentes em 130 casas. Já tinha luz elétrica e duas escolas primárias. A emancipação política de Inhapi ocorreu em 1962. O nome do município do sertão alagoano tem origem tupi e significa “buraco na pedra” ou “água sobre pedra“, expressão utilizada por indígenas quando se referiam aos lajedos que juntavam água das chuvas nas partes mais baixas da região hoje conhecida como Lagoa Inhapi.
Fonte do histórico:
INHAPI (AL). Prefeitura. Disponível em: https://inhapi.al.gov.br/historia/. Acesso em: 08 abr. 2026.
Formação administrativa:
Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Inhapi, pela Lei Estadual n.º 2.460, de 22-08-1962, desmembrado de Mata Grande. Sede no atual distrito de Inhapi. Constituído do distrito sede. Instalado em 20-11-1962. Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2024.