Histórico (IBGE)
Jundiá (antigamente Vila de Jundiá) tem suas primeiras escrituras registradas em Olinda (PE). O nome do município foi escolhido em razão da grande quantidade de peixes da espécie jundiá encontrados no rio Manguaba. A ocupação começou a partir de uma propriedade de Gregório e Vituriana Alves. Mesmo com poucas casas, o progresso do povoado foi viabilizado pela estrada de Palmares, em Pernambuco, e pela lavoura canavieira. Em 1860, quando viajou a Colônia Leopoldina, Dom Pedro II passou por Jundiá, doando terras da Coroa a moradores da região. Os pioneiros do desenvolvimento da cidade foram João Alves de Lima, Francisco Carlos de Oliveira, Joaquim Carlos e Pedro Alves, além de Antônio Buarque, que formou o comércio para Jundiá. Em 1926, o padre Francisco Gerardi construiu a primeira igreja, em louvor à padroeira do município, Nossa Senhora da Conceição. O movimento pela emancipação política começou perto de 1954. Tertuliano Turíbio de Araújo e João Batista de Moraes foram os líderes. Em agosto de 1960, Jundiá foi emancipado de Porto Calvo, ganhando autonomia política. Em 28 de abril de 2011, foi registrada a maior enchente que a cidade sofreu, chegando a ficar 1m acima da ponte de acesso aos conjuntos.
Fonte do histórico:
JUNDIÁ (AL). Prefeitura. Disponível em: https://www.jundia.al.gov.br/historia. Acesso em: 09 abr. 2026.
Formação administrativa:
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Jundiá figura no município de Porto Calvo. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960. Elevado à categoria de município com a denominação de Jundiá, pela Lei Estadual n.º 2.292, de 26-08-1960, desmembrado de Porto Calvo. Sede no antigo distrito de Jundiá. Constituído do distrito sede. Instalado em 19-01-1961. Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2024.