Histórico (IBGE)
Os primeiros registros do município datam da era colonial, precisamente, de 04 de outubro de 1606, logo nos primeiros anos da colonização portuguesa em Sergipe. Na ocasião, o capitão-mor Nicolau Felipe de Vasconcelos doou para Pero Novais de Sampaio duas léguas de terras devolutas (revertidas a Coroa Portuguesa) na região entre as bacias dos rios Sergipe e Japaratuba, com o objetivo de propagar a criação de gado. Mas a comunidade cresceu com a cultura do algodão, que a impulsionou economicamente. Os conflitos entre desbravadores portugueses e os indígenas nativos no século XVII marcaram a região, pois ela abrigava centros de cárcere e execução dos que resistiam às frentes colonizadoras, a ponto do lugar receber seu primeiro nome: Enforcados. Em meados do século XIX, segundo relatos históricos colhidos pelo escritor lagartense Laudelino Freire (1873-1937), o então povoado recebeu um missionário que fazia pregações, o que influenciou a mudança de nome.
Fonte do histórico:
NOSSA SENHORA DAS DORES (SE). Prefeitura. Disponível em: https://nossasenhoradasdores.se.gov.br/historia. Acesso em: 27 mar. 2025.
Formação administrativa:
Distrito criado com a denominação de Nossa Senhora das Dores, pela Resolução Provincial n.º 491, de 28-04-1858. Elevado à categoria de vila com a denominação de Nossa Senhora das Dores, pela Resolução Provincial n.º 555, de 11-06-1859, desmembrada dos municípios de Capela e Divina Pastora. Sede no atual direito de Nossa Senhora das Dores. Constituído do distrito sede. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila é constituída do distrito sede. Elevado à condição de cidade com a denominação de Nossa Senhora das Dores, pela Lei Estadual n.º 795, de 23-10-1920. Em divisão administrativa referente ao ano de 1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.